A ART Produções escreve sobre reconhecimento de áudio, inferência de viralidade, investimento quantitativo e jogos com IA generativa. Artigos dos nossos projetos de tecnologia e entretenimento.
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O custo de descobrir um claim depois da publicação — e como inverter a ordem, checando o risco autoral antes do upload.
Ler artigo → ACR SIGMAIdentificação de gravações conhecidas vs inferência de originalidade: por que são problemas diferentes e onde cada um se aplica.
Ler artigo → ACR SIGMAO reconhecimento automático das plataformas sociais, o delay de semanas até o claim chegar, e como capturar o viral antes.
Ler artigo →O streaming mediu consumo. As paradas mediram consagração. Nenhuma capturava a velocidade com que uma faixa se espalha antes de qualquer um perceber. Por que a viralidade saiu da margem e ocupou o centro da indústria.
Ler artigo → VEGA INDEXHá uma linha invisível dividindo o mercado musical: de um lado, quem lê o passado em painéis; do outro, uma vanguarda que aprendeu a ler o futuro provável e agir antes do consenso. Sobre a virada preditiva da indústria.
Ler artigo → VEGA INDEXPor três décadas, a tecnologia musical aprendeu a catalogar e a recomendar. A fronteira seguinte é outra: inferir trajetória antes que ela exista. Um salto de natureza, não de grau — e que redefine o que significa entender uma música.
Ler artigo → VEGA INDEXO ouvido genial sempre foi a mitologia da indústria. Mas a intuição é cara, lenta e não escala. Uma geração de operações trata a descoberta de talento como o que ela sempre foi: um problema de inferência.
Ler artigo → VEGA INDEXDurante um século, o poder na música pertenceu a quem controlava a distribuição. Hoje ele migra, sem alarde, para quem controla a antecipação. Ver o sinal fraco antes do mercado virou o ativo mais raro da cadeia.
Ler artigo →Guia técnico do fator momentum em ações da B3: origem em Jegadeesh-Titman (1993), evidência empírica brasileira, lookback ideal e por que sobrevive 4 décadas.
Ler artigo → VORTEX QSPPor que ações de baixa volatilidade entregam retornos ajustados ao risco superiores ao previsto pelo CAPM. Evidência empírica brasileira e construção prática do fator low-vol em portfólios B3.
Ler artigo → VORTEX QSPWalk-forward sem look-ahead bias é o protocolo mínimo pra confiar num backtest. Como funciona, por que importa, e como o VORTEX QSP valida mês a mês 7,3 anos de B3.
Ler artigo → VORTEX QSP+18% a.a. soa ótimo. Mas três perguntas separam um backtest honesto de uma ilusão. Guia prático pra interpretar carteira recomendada, Sharpe ratio, drawdown e alpha vs IBOV.
Ler artigo → VORTEX QSPEqual-weight entre 5 pilares, banda de histerese, pesagem inverse-variance, restrição setorial, rebalance disciplinado. A arquitetura completa de uma carteira quantitativa para a B3.
Ler artigo → VORTEX QSPO que é carteira recomendada B3, como funciona, como avaliar uma e por que top picks atualizados a cada pregão dão vantagem sobre listas mensais convencionais.
Ler artigo → VORTEX QSPQuanto colocar em ações da B3 no seu portfólio? Guia prático de alocação de ativos pra investidor pessoa física: renda fixa, ações nacionais, internacional e proteção.
Ler artigo → VORTEX QSPComo começar a investir em ações nacionais da B3 como pessoa física: corretora, capital inicial, custos, escolha de papéis, IR e estratégia de longo prazo.
Ler artigo → VORTEX QSPGuia prático para escolher entre dezenas de carteiras recomendadas da B3 no Brasil. 7 critérios objetivos, comparativo entre tipos e o que evitar antes de assinar.
Ler artigo →Crônica de uma sessão de INSONIA — o jogo de detetive com IA generativa que transforma o sofá da sala em cena de interrogatório.
Ler artigo → INSONIARelato de um maratonista de mistério: três casos diferentes em INSONIA, três finais que ninguém viu chegar.
Ler artigo → INSONIAEsqueça os jogos de tabuleiro previsíveis: INSONIA traz mistério com IA, blefe e clima adulto para a noite com os amigos.
Ler artigo → INSONIAUma leitura técnica de game design: por que a arquitetura de papéis e o ritmo de INSONIA funcionam tão bem como suspense.
Ler artigo → INSONIALeitura técnica do uso de IA generativa em INSONIA — agentes com persona, não-revelação e geração de atmosfera em tempo real.
Ler artigo →Relato de uma sessão no DIVAN — a experiência de introspecção guiada por IA que propõe uma travessia interior (e não, não é terapia).
Ler artigo → DIVANComo é, na prática, uma sessão do DIVAN: ritmo, estrutura em fases e a sensação de uma conversa que vai a algum lugar.
Ler artigo → DIVANNum mar de apps que disputam sua atenção, o DIVAN faz o contrário: desacelera, escuta e propõe pensar. Um elogio.
Ler artigo → DIVANAnálise de UX e narrativa do DIVAN — estrutura em fases, ritmo conversacional e o cuidado de desenhar uma experiência sensível.
Ler artigo → DIVANLeitura técnica do DIVAN: memória de contexto, condução por fases e salvaguardas — a IA generativa a serviço de uma experiência sensível.
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